Pronto, vesti: Roupa Casual Sem Ser Chata para Trabalhar

Luki du Jour - Look do Dia - Conforto sem perder a graça para Trabalhar

 

A rotina do home office é bem diferente da correria de agência. No dia a dia de agência, precisava estar sempre preparada para uma reunião com cliente e acabei me acostumando estar nos trinks todos os dias. Agora, na vida de consultoria, não existe mais essa necessidade constante, porém fazer home office em casa ou sozinha no escritório não significa necessariamente estar de pijama o dia todo.

Tenho investido cada vez mais em conforto. Essa calça molinha em o conforto do moleton, mas a combinação do tecido e da cor (que é quase um dourado) conseguem tirar o ar de “roupa de casa”. Exagero pra mim é bobagem, então resolvi brincar com duas estampas e mais o amarelão do casaquinho. Como as cores da estampa de oncinha do tênis estão dentro da mesma escala da calça, da estampa da camiseta e dos detalhes do lenço, não virou uma confusão tão grande de informações. O importante é ter alguma coisa que una todas as peças. É um look bem versátil. Se rolasse uma reunião mais séria urgente, um sapato com um saltinho e maquiagem já me colocariam dentro da formalidade necessária. À noite, fui a uma festa e só troquei a camiseta branca por uma cropped preta com uma maquiagem mais leve. :)

O engraçado é que até esse ano era impossível me ver usando um tênis se não fosse pra correr. Aos poucos, consegui desencanar e achei que uma opção com uma estampa bacana tiraria o ar infantil. Ele costuma ser minha opção para usar com saias, e se é um momento formal, mas nem tanto, um terninho já me deixa preparada.

O que eu vesti:

  • Casaquinho Amarelo – Luigi Bertolli
  • Camiseta – Aüslander
  • Calça molinha – Cantão
  • Tênis de oncinha – Santa Lolla
  • Lenço – istoq

Como Aproveitar Momentos Ociosos: Aprendendo Novas Línguas

Como uma boa hiperativa que se preze, não consigo ficar quieta só vendo o tempo passar. E para evitar o caminho procrastinador, malígno e sem volta de me entregar a joguinhos inúteis e viciantes tipo Candy Crush ou simplesmente me largar no sofá vendo uma série atrás da outra (enquanto faço algo no celular, é claro), achei uma opção interessante e gratuita de ócio criativo: aprender uma lingua nova.

Duolingo: Perfil do Curso Francês

Menina aplicada no curso de francês do Duolingo

No meu caso, eu já estava querendo aprender francês, oui!, mas como um curso de idiomas tradicional é caro, exige tempo (que eu não tenho agora), procurei alternativas online de graça e achei o Duolingo. É super simples, comecei usando pelo navegador do notebook mesmo, mas depois que descobri que tinha aplicativo para celular (iPhone e Android), o negócio mudou do status de projeto para “pronto, tou fazendo”.

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Sobre Protestos, Ironia e Expressão

#17jcwb - Santos Andrade

Aviso logo: esse não é um texto sobre política, nem de longe.

Quando começaram as informações sobre os confrontos nos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo, eu fiquei vidrada. Por algum motivo que eu ainda não entendia, tudo aquilo me comovia, me sugava de um jeito que há tempos eu não me envolvia. Algo terminou de me despertar de um estado de apatia em relação ao coletivo que eu andava cultivando há muito tempo, situação essa que já tinha me tirado a vontade de interagir no Twitter e que fez com que meus posts no Facebook se resumissem a um ou outro compartilhamento sobre coisas de trabalho.

Essa minha apatia cresceu a medida que o “estado geral de ironia” tomou conta dessas redes. Eu curto uma ironia, mas, de repente, todo mundo parecia se sentir obrigação ironizar qualquer um que tivesse uma opinião ou ideia, independente do assunto, independente do objetivo. O importante era a ironia pela ironia, era se colocar numa esfera a parte, se distanciando, ridicularizando e diminuindo qualquer assunto e fazer o coleguinha rir para se afirmar na turminha da ironia. Aqui tem um texto que aborda bem esse estado de ironia, vale a leitura. Aos poucos eu comecei a sentir que simplesmente não valia a pena entrar nessa brincadeira, que não valia nem tentar começar uma conversa séria porque, por costume geral, ela ia cair numa piadinha e morrer com o próximo meme vazio. Ninguém comentava mais argumentando e questionando, só tentando cravar uma ironiazinha marota. Aos poucos tudo foi ficando morno e engraçadinho, mesmo quando a tentativa da ironia era de supostamente criticar um problema, aquilo simplesmente se perdia no bolo. Senti que o diálogo tinha estagnado e que não valia mais a pena ficar falando sozinha.

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